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20/ago/2019

Afinal, o que são Cuidados Plenos, ou Cuidados Paliativos? Nos Cuidados Plenos auxiliamos o paciente a preparar-se para a autodeterminação no manejo do processo de falecimento e do final da vida, ajudando-o a lidar com as perdas durante a doença e o período de luto, além de alcançar o seu potencial máximo, mesmo diante da adversidade.


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20/ago/2019

Vamos conversar um pouquinho sobre questões que durante o diagnóstico e tratamento do câncer acabam sendo deixadas para segundo plano: a vivência da sexualidade e câncer.

E falo em sexualidade e não em relação sexual de propósito, pois sexualidade esta presente desde o dia em que nascemos e vai nos acompanhar a vida inteira. É muito mais que somente relação sexual e engloba vários fatores, como desejo pelo outro (a) e por si mesmo (a), auto-imagem, sensualidade, sensação de bem-estar consigo mesmo(a), aceitação do próprio corpo e identidade como mulher ou homem e como era seu relacionamento até então.

Resumindo: como estava tudo isto antes do diagnóstico de câncer? Pois bem, esta resposta definirá quais serão suas facilidades e dificuldades durante o tratamento.

A sexualidade é construída desde pequenos e vivenciada de formas diferentes de acordo com a fase de nossa vida e se estamos bem de saúde ou não. E como a vivenciamos determinará nossa qualidade de vida.

O choque do diagnóstico, o tratamento desde a cirurgia acompanhada ou não de radio, quimio e hormonioterapia, causam impacto em todos os aspectos da vida. Precisamos lembrar que além do (a) paciente com câncer, todas as pessoas ao redor dele sofrem de alguma forma. E neste momento informação correta e quebra de mitos e tabus podem ajudar a manter a vida nos trilhos.

Além disso, passado o choque inicial, quando o sexo passa a ficar muitas vezes em segundo plano, o tratamento pode durar anos. E aí? O que fazer?

 As orientações podem variar:

• Algumas vezes a mulher fica impossibilitada de ter penetração vaginal. E nesta hora outras práticas que sejam bacanas para os dois podem ser a forma de se relacionar sexualmente, pois relação sexual é ter contato sexual com o outro, independente de qual ele seja;

• Incentivar as conversas sobre suas dificuldades com a parceria pode diminuir o impacto do tratamento e aumentar a intimidade entre os dois;

• Para pacientes que fazem uso de algumas medicações a longo prazo que causam ressecamento vaginal e diminuição de libido,  existem algumas formas de melhorar o quadro sem comprometer o tratamento;

• Em alguns casos, mesmo que seja temporário, o homem pode perder a ereção e o desejo também será comprometido. Ele vai precisar de apoio e a proximidade do casal precisa ser mantida por outras formas de estar juntos, como momentos só para os dois. Vale de cinema à caminhada ou outra tarefa que gostem;

Ainda existem casos onde já havia o que chamamos de disfunção sexual antes do diagnóstico, como desejo sexual diminuído, ejaculação precoce, dificuldade de manter a ereção, dor para ter penetração, vaginismo (impossibilidade de ter penetração vaginal) entre outros. Nestes casos é importante a ajuda de profissionais como o terapeuta sexual, psiquiatra, fisioterapeutas e psicólogos especializados.

O diagnóstico de câncer e o tratamento com certeza são motivos de sofrimento e muitas mudanças na vida do (a) paciente e parceria. Mas momentos difíceis acabam trazendo a necessidade de reflexão sobre como estamos vivendo e o que esta sendo importante.

Este processo pode simplesmente passar por nossas vidas, como também pode ser a hora de refletir sobre como quero continuar vivendo e traz a possibilidade de enxergar novos horizontes. De renovar o olhar que tenho sobre mim mesmo (a) tanto fisica quanto emocionalmente, de renovar os laços com minha parceria e de redescobrir formas de prazer.

 Enfim, trazer leveza e energia para um momento tão difícil e para toda a nossa vida. E para isso acontecer, a capacidade de reinventar-se é fundamental!

Abraços e até a próxima!
Por Lilian MacriCRM 99193
Médica, terapeuta sexual e educadora em sexualidade


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20/ago/2019

O que câncer tem a ver com vida saudável ? Tudo!!! Este estudo do JAMA Oncology, reconhecido Jornal Internacional de Oncologia, demonstrou que mulheres com câncer de mama, que mantinham dietas com pouca gordura, viveram mais.

Resultados   Das 1764 mulheres diagnosticadas com câncer de mama durante o período de intervenção dietética, a idade média (DP) no rastreamento foi de 62,7 (6,7) anos e a idade no momento do diagnóstico foi de 67,6 (6,9) anos. Com 516 mortes totais, a sobrevida global do câncer de mama foi significativamente maior para as mulheres no grupo de intervenção dietética do que no grupo de comparação de dieta habitual (sobrevida em 10 anos de 82% e 78%, respectivamente; hazard ratio [HR], 0,78; % CI, 0,65-0,94; P  = 0,01). No grupo dietético houve menos mortes por câncer de mama (68 vs 120; HR, 0,86; IC 95%, 0,64-1,17), outros cânceres (36 vs 65; HR, 0,76; IC 95%, 0,50-1,17), e doença cardiovascular (27 vs 64; HR, 0,62; IC 95%, 0,39-0,99).

Conclusões e Relevância   Em mulheres que receberam um diagnóstico de câncer de mama durante o período de intervenção dietética, aquelas no grupo de dieta aumentaram a sobrevida global. O aumento deve-se, em parte, a uma melhor sobrevivência de várias causas de morte.

 

Confira (texto em inglês):

https://jamanetwork.com/journals/jamaoncology/article-abstract/2682190 


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20/ago/2019

Durante os dias 22 a 25 de maio, em São José dos Campos, na Univap, Campus Urbanova, ocorre o 16º Qualivitae – Congresso de Saúde e Qualidade de Vida do Cone Leste Paulista, com o tema: Mídias digitais na saúde: impactos, desafios e oportunidades. O evento conta com diversas apresentações científicas e atrai centenas de pessoas,  especialmente profissionais com atuação na área da saúde, biotecnologia e bioengenharia, como:  Engenheiros, Enfermeiros, Farmacêuticos, Médicos, Nutricionistas, Psicólogos,  entre outros.

O Qualivitae faz parte da Jornutri, Jornada da Nutrição 2018, onde o dr. Celso Abrahão, Responsável Técnico do INCON, apresentou uma palestra, em parceria com a Nutricionista Clínica, Camila Lichand, sobre Tratamento Nutricional no Câncer.

A atuação em eventos científicos faz parte da postura de otimização constante de todos os processos técnico administrativos do INCON, um dos preceitos do modelo de gestão C.A.R.I.N.H.O., que norteia o Clínica.

O INCON recebe você com C.A.R.I.N.H.O.!

Dr. Celso Abrahão e a nutricionista Camila Lichand


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20/ago/2019

O dr. Giordano Bruno M. A. de Baère, Oncologista Clínico do INCON, acompanhou no dia 19 de maio, em São Paulo, na sede da Sanofi, o “Segundo GI Experience”, encontro nacional para debater o tema: ‘Avanços no Tratamento de Câncer de Cólon’.

O evento contou com conceituados palestrantes, como: Dr. Fábio Cater (BP Mirante), Roberto Gil ( INCA), Túlio Pfifer (ICESP), entre outros.

A presença em eventos científicos faz parte da postura de otimização constante de todos os processos técnico administrativos do INCON, um dos preceitos do modelo de gestão C.A.R.I.N.H.O, que norteia o Instituto.

O INCON recebe você com C.A.R.I.N.H.O! 


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20/ago/2019

Na Austrália, a organização preferida dos profissionais da área de câncer, a Clinical Oncology Society of Australia (COSA), Sociedade Australiana de Oncologia Clínica (tradução livre), declarou uma nova diretriz, onde os oncologistas e outros profissionais ligados ao tratamento da doença, devem prescrever aos seus pacientes rotinas de exercícios físicos e/ou encaminhá-los a professores de educação física.

  • Pelo menos 150 minutos de intensidade moderada ou 75 minutos de exercício aeróbico de intensidade vigorosa (por exemplo, caminhada, corrida, ciclismo, natação) todas as semanas e
  • Duas ou três sessões de exercícios resistidos (por exemplo, levantando pesos) a cada semana envolvendo exercícios de intensidade moderada a vigorosa visando os principais grupos musculares

O exercício deve ser adaptado às habilidades do indivíduo, aos efeitos adversos relacionados ao tratamento, à trajetória antecipada da doença e ao estado de saúde, acrescenta.

“A noção de que devemos proteger um paciente, envolvê-los em algodão, é antiquada e não é apoiada pela pesquisa”, disse David Speakman, MD, diretor médico do MacCallum Cancer Center, em uma reportagem australiana .

“Estamos em um ponto em que o nível de evidência é realmente indiscutível e a retenção de exercícios é provavelmente prejudicial”, disse Cormie na mesma reportagem.

A nova orientação australiana comenta que a “evidência mais forte” para o uso do exercício está na melhora da função física (como aptidão aeróbica, força muscular e capacidade funcional), atenuando a fadiga relacionada ao câncer, aliviando o sofrimento psicológico e melhorando a qualidade de vida. .

“Evidência emergente” indica que o exercício regular antes, durante e após o tratamento do câncer diminui a gravidade de outros efeitos colaterais adversos (além da fadiga e da angústia) e está associado à redução do risco de desenvolver novos cânceres, dizem os autores das diretrizes.

Além disso, a pesquisa epidemiológica “sugere” que a atividade física protege contra a recidiva do câncer, a mortalidade específica por câncer e a mortalidade por todas as causas para alguns tipos de câncer. Os autores australianos salientam que esta pesquisa é principalmente em câncer de mama, colo-retal e próstata.

Mais uma evidência da importância de se manter uma rotina com  inclusão de exercícios físicos regulares.


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20/ago/2019

Estudo apresentado recentemente na American Association for Cancer Research (AACR), Associação Americana de Pesquisa do Câncer (tradução livre), evidencia que, para alguns tipos da doença, pacientes que praticam exercício físico regularmente, antes e após o tratamento, têm 40% mais probabilidade de sobreviver em comparação aos sedentários, de acordo com novas descobertas.

Os pacientes que informaram não fazer nenhum tipo de atividade física na década anterior ao diagnóstico, e depois informaram fazer alguma atividade física em torno do momento do diagnóstico e após o mesmo, tiveram uma melhora impressionante de 25% a 28% da sobrevida em comparação com os que continuaram inativos.

Mais benefícios da atividade física contra o câncer

Sono: a sensação de relaxamento após o esforço físico facilita o adormecer e melhora a qualidade do sono.

Disposição: sacudir a poeira é uma das principais maneiras de afastar a fadiga típica da quimioterapia.

Peso: ao contrário do que se pensa, vítimas do câncer podem engordar. E o exercício queima calorias.

Dor: os incômodos são aplacados com as substâncias analgésicas liberadas pelo esporte.

 

Veja, a seguir, táticas para se manter ativo em meio à luta contra o câncer:

O calendário: veja como se sente após uma sessão do tratamento e se exercite nos dias em que os sintomas abrandarem.

A expectativa: concentre-se mais nos benefícios da atividade contra o tumor e menos – bem menos – no desempenho.

Os cuidados: se a doença se espalha para o fêmur, por exemplo, é bom não sobrecarregar a perna. Respeite as limitações impostas pelo médico.

A supervisão: o ideal é programar os treinos junto a educadores físicos e outros profissionais com experiência em oncologia.


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20/ago/2019

Mesmo com toda a divulgação na mídia, especialmente no Outubro Rosa, sobre a importância de realização do exame de mamografia, a Sociedade Brasileira de Mamografia divulgou dados alarmantes.

Em 2017,  nas mulheres da faixa etária entre 50 e 69 anos, atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), eram esperadas 11,5 milhões de mamografias e foram realizadas apenas 2,7 milhões, uma cobertura de 24,1%, bem abaixo dos 70% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).  A estatística é a menor dos últimos cinco anos.

Para maiores informações, acesse:

https://sboc.org.br/noticias/item/1250-cobertura-de-mamografia-fica-em-24-1-no-brasil-bem-baixo-dos-70-recomendados


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O Incon oferece avançado tratamento oncológico, com equipe multidisciplinar especializada, aliada a instalações agradáveis, amplas e seguras. O Centro é norteado pelo modelo de gestão C.A.R.I.N.H.O. que é baseado em ciência, eficiência e humanização.


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